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Tagima

Fabricante brasileira de instrumentos de corda · Brasil

Fundada em 1986 pelo luthier Seizi Tagima, passou de oficina de luteria a operação industrial sem abandonar a linha de instrumentos construídos no país.

Fonte oficial Ver as fontes Atualizado em 23/9/2026

Origem e história

A Tagima foi fundada em 1986 pelo luthier Seizi Tagima. A origem em oficina de luteria em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, aparece em fonte jornalística especializada e segue a confirmar em fonte oficial.

A trajetória é definida por um evento externo: a abertura comercial brasileira. A empresa enfrentou crise financeira severa quando a concorrência de fabricantes estrangeiros se intensificou; as fontes oscilam entre o início dos anos 1990 e o período de liberalização, sem fechar o ano.

Em 1996 a Marutec Music assumiu a marca, com Ney Nakamura à frente da profissionalização e do reposicionamento. Em 2006 o luthier Márcio Zaganin passou a liderar desenvolvimento e produção, combinando tecnologia industrial e construção artesanal — assinou desenhos que se tornaram identitários, entre eles Jet Blues e Rocker.

Em 2017 foi criada a Tagima USA, marco da internacionalização. A marca também criou o TDT Music & Expo, originado do Tagima Dream Team. Completa quatro décadas em 2026.

Categorias e linhas

Séries confirmadas em material oficial — elétricos: Handmade in Brazil (Brazil Series), Classic, Signature, TW, Smart e Jazz N Blues; violões: Gran Reserva, LatinAmerica, Café, Canada e Lumi-X; contrabaixos: Brasil, Classic e Signature.

Modelos verificados no catálogo: Grace 70.7, Stella, T-920, Rocker Cosmos, TJB 435, Millenium Imbuia, Olive Grace e CF-900.

A distribuição entre produção nacional e importada por série não é fechada pelas fontes consultadas, e não é afirmada aqui em nenhuma direção.

Presença e relevância no Brasil

Marca brasileira, com operação industrial no país e a maior fábrica de guitarras do Brasil segundo material institucional da própria empresa. Mantém também instalações nos Estados Unidos e na China.

A linha Handmade in Brazil funciona como marcador explícito de produção nacional dentro do próprio catálogo — dado editorialmente relevante. A presença em séries signature de artistas brasileiros conecta a marca diretamente à cena musical do país.

O caso permite tratar com honestidade uma questão pouco discutida: o que significa marca brasileira quando parte da produção acontece fora do país.

Instrumentos e produtos no acervo

  • Acessórios
  • Contrabaixos elétricos
  • Guitarras elétricas
  • Séries signature
  • Violões de aço e clássicos

Marcos datados

  1. 1986 Fundação por Seizi Tagima fonte a confirmar
  2. 1996 Marutec Music assume a marca fonte a confirmar
  3. 2006 Márcio Zaganin lidera desenvolvimento fonte a confirmar
  4. 2017 Criação da Tagima USA fonte a confirmar
  5. 2026 Quatro décadas de marca fonte a confirmar

A confirmar

  • Cidade exata da oficina original
  • Ano preciso da crise financeira anterior à aquisição
  • Número oficial de países de atuação
  • Quais séries são fabricadas no Brasil e quais são importadas
  • Localização atual da fábrica brasileira
  • Data de: Crise durante a abertura comercial
  • Países de atuação (ficha)

O marcador a confirmar indica informação de fonte única, fonte comercial, ou com divergência entre fontes.

Fontes consultadas

Oficiais

  1. tagima.com.br catálogo e séries catálogo
  2. tagimaguitars.com/pages/company histórico institucional site oficial

Complementares

  1. GuitarLoad 40 anos de Tagima imprensa especializada
  2. Guitar Corner onde são fabricadas imprensa especializada
  3. Portal Nipponja perfil de Seizi Tagima imprensa

O nível de confiança indica a procedência das informações, não a qualidade da marca.

Por que entra no Notas do Brasil

É a marca mais importante do acervo no eixo da indústria brasileira de instrumentos: permite contar a história da guitarra nacional sem depender de referência estrangeira. Tem arco narrativo completo e datável — oficina de luteria, crise da abertura comercial, aquisição, profissionalização, internacionalização — e nomes próprios: Seizi Tagima, Ney Nakamura, Márcio Zaganin.